Depois da entrevista na Globo, considerada pelo presidente Jair Bolsonaro como "inimiga número 1" do seu governo, cobrando um "discurso único" sobre o corovavírus, se a demissão do ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta, estava por um fio, ficou por um fiapo.
Nos bastidores políticos de Brasília, à boca miúda, graúda e de todos os tamanhos, comenta-se que Bolsonaro, urgentemente, vai se aconselhar com esposa e filhos e assessores mais próximos, para tomar uma posição, mas a maioria dos que circulam pelos corredores de Brasília, acha que a caneta afiada do presidente não tardará a funcionar.
E tem mais, a entrevista foi gravada no Palácio das Esmeraldas, sede do Governo de Goiás, do governador Ronaldo Caiado, aquele que há cerca de um mês rompeu, oficialmente, com Bolsonaro, o que leva aliados do alto escalão aa acharem que foi uma afronta com muita precisão cirúrgica feita pelo ministro.
Pelo sim, pelo não, vamos ver quem manda no Governo e se a caneta azul do capitão funciona verdade.
Jesimiel Ferreira - Jornalista e Professor
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