A partir de hoje estaremos com a coluna "Boca Quente", do mesmo formato que a escrevíamos na saudosa "Gazeta do Sertão".
Esse nome foi sugerido pelo meu amigo e grande tribuno Raimundo Asfora, de saudosa memória.
Naquela época Campina Grande era o epicentro da política paraibana e todas as decisões passavam por ela.
O ponto de encontro dos políticos e intelectuais era o restaurante do Manoel da Carne de Sol, nas Boninas.
O Calçadão da Cardoso Vieira era lotado de artistas, desportistas e velhinhos cantando marra e contando vantagem.
A indústria empregava muita gente e o comércio vendia de tudo para toda a região, em grosso e à varejo.
A TV era a Borborema.
As rádios Borborema, Cariri, Caturité e Campina Grande.
Os jornais Diário da Borborema, Gazeta do Sertão e Jornal da Paraíba.
De quebra tinha A Voz do Bairro de José Pinheiro, a famosa Difusora do Gaúcho, com as suas potentes "bocas de som".
Era assim que Campina Grande era.
Jesimiel Ferreira - Jornalista e Professor
Nenhum comentário:
Postar um comentário