terça-feira, 14 de abril de 2020

Boca Quente - Por Jesimiel Ferreira


A partir de hoje estaremos com a coluna "Boca Quente", do mesmo formato que a escrevíamos na saudosa "Gazeta do Sertão".

Esse nome foi sugerido pelo meu amigo e grande tribuno Raimundo Asfora, de saudosa memória.

Naquela época Campina Grande era o epicentro da política paraibana e todas as decisões passavam por ela.

O ponto de encontro dos políticos e intelectuais era o restaurante do Manoel da Carne de Sol, nas Boninas.

O Calçadão da Cardoso Vieira era lotado de artistas, desportistas e velhinhos cantando marra e contando vantagem.

A indústria empregava muita gente e o comércio vendia de tudo para toda a região, em grosso e à varejo.

A TV era a Borborema.

As rádios Borborema, Cariri, Caturité e Campina Grande.

Os jornais Diário  da Borborema, Gazeta do Sertão e Jornal da Paraíba.

De quebra tinha A Voz do Bairro de José Pinheiro, a famosa Difusora do Gaúcho, com as suas potentes "bocas de som".

Era assim que Campina Grande era.

Jesimiel Ferreira - Jornalista e Professor



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