Com ônibus circulando basicamente vazios e com frota reduzida para 30%, as empresas de transportes urbanos de Campina Grande, Agreste da Paraíba, tentam escapar da crise provocada pela quarentena do coronavírus.
Além da baixa demanda de passageiros pelas medidas restritivas de isolamento social por decretos estadual e municipal, ainda têm a concorrência dos transportes por aplicativo e dos alternativos, que insistem em circular.
Sem passageiros não rodam.
Sem rodarem não apuram.
Sem apurarem não têm renda.
Sem renda não têm como pagar a folha.
O pior é que isso pode causar demissão em massa, e demissão é falta de pão na mesa do trabalhador.
O exagero do governador e o exagero do prefeito podem provocar um caos nas famílias dessa categoria.
E fome também mata.
Jesimiel Ferreira - Jornalista e Professor
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